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21 de março- Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial- JORNAL A TARDE – Prefeitura dá exemplo no ensino da cultura afro-brasileira

23 de fev de 2007 - dev

Prefeitura dá exemplo no ensino da cultura afro-brasileira

Há dois anos, a Secretaria Municipal de Educação transformou em uma de suas principais diretrizes o cumprimento da Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e da cultura afro-brasileira. Isso fez de Salvador a primeira capital do País a tomar esse tipo de iniciativa. Na rede estadual, só agora foi formado um grupo de trabalho para acelerar a aplicação da legislação.

“Este é um governo novo.

Desde que assumimos, começamos as discussões neste sentido e já estamos começando a trabalhar. Vamos desenvolver esse trabalho em conjunto com as secretarias da Cultura, Igualdade Racial e Política para as Mulheres”, conta a superintendente de Educação Básica, Ana Teixeira.

A superintendente disse que o Estado vai também poder contar com a produção das universidades estaduais. “Fazer essa ligação entre o ensino superior e o básico é uma das diretrizes já apresentadas pelo secretário”, completou.

Para o coordenador do grupo de trabalho, Carlos Alberto Menezes, a existência de uma secretaria voltada para o tema da igualdade racial já é um passo animador. “Na minha avaliação, isso já demonstra um compromisso do governo com a questão”, completa Carlos Alberto. Segundo Nide Nobre, coordenadora de projetos intersetoriais da Secretaria de Educação, chegou a ser formado um fórum sobre o tema em 2003, mas a operacionalização não aconteceu de fato. “O que existe são algumas ações pontuais. Vamos fazer um mapeamento para buscar sistematizar isto melhor”, acrescenta. Participam também do grupo as educadoras Sônia Freitas e Nildete dos Reis.

As 365 escolas da rede municipal de Salvador já trabalham com a aplicação da Lei 10.639/03. As realidades são diversas: algumas têm uma ação mais tímida neste sentido e outras são consideradas modelos, caso da Barbosa Romeo, em São Cristóvão; Eugênia Anna dos Santos, em São Gonçalo do Retiro; e Maria Quitéria, em Brotas.

“O desafio é grande, mas o primeiro passo é fazer do projeto a nossa diretriz. Foi feito investimento na formação de professores, na produção de material didático”, completa o secretário municipal de Educação, Ney Campello, que cobra um maior empenho das escolas particulares da cidade.

“É sempre bom lembrar que a lei vale para todas as esferas”, conclui. (C.R.)