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2ª Aula a Céu Aberto movimentou o Centro Histórico e lançou o programa Pesquisadores Amigos da Escola Pública Municipal

23 de ago de 2007 - dev

2ª Aula a Céu Aberto movimentou o Centro Histórico e lançou o programa Pesquisadores Amigos da Escola Pública Municipal

Cássia Candra

A Aula a Céu Aberto voltou a movimentar o Centro Histórico de Salvador, ontem (23) à tarde, concentrando cerca de 800 adolescentes da 5ª a 8ª séries de 24 escolas da rede municipal de ensino em uma atividade educativa que tem como foco o estímulo à leitura crítica do público infanto-juvenil. Em sua segunda edição, o evento realizado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM) e Secretaria Municipal de Educação (SMEC), com coordenação do Comitê Gestor do Ano Municipal da Leitura, lançou o programa Pesquisadores Amigos da Escola Pública Municipal.

“Levar os alunos para fora da sala de aula é muito importante para ampliar a sua visão de mundo. Muitos dos nossos estudantes vivem somente o dia-a-dia do microcosmos de seus bairros e nesses passeios, por exemplo, têm contato pela primeira vez com o Centro Histórico, assim como têm aulas através das quais ficam conhecendo in loco os sítios onde se desenrolaram ações importantes na formação da capital baiana”, enfatizou o secretário municipal de Educação e Cultura, Ney Campello.

Mobilizando alunos, professores e instituições fomentadoras da leitura, a Aula a Céu Aberto, uma ação do Ano Municipal de Incentivo à Leitura, instituído por decreto municipal (Lei 7.097/2006), tem um formato interativo e bem peculiar. Consiste na visita dos grupos escolares a diversas instituições sediadas no Centro Histórico, como a Fundação Casa de Jorge Amado, Ordem Terceira de São Francisco e Museu da Cidade, entre muitos outros, onde acontece a troca de um “presente literário”: os alunos dizem uma poesia ou lêem um texto e os anfitriões lhes contam uma história, que pode ser a da própria entidade ou órgão visitado. A Prefeitura Municipal de Salvador estava no roteiro desta segunda aula e abriu suas portas para os alunos da Escola Municipal Joir Brasileiro, de Brotas, que foram recebidos pelo prefeito João Henrique.

A atividade, contudo não limitou o intercâmbio lítero-cultural só aos ambientes de visitação. No trajeto da visita, os estudantes foram ciceroneados por guias de turismo do Instituto da Hospitalidade, que lhes apresentou as ruas, monumentos e edificações da Salvador antiga. Além disso, na Praça Municipal, durante a Aula a Céu Aberto, ficam montados estandes com exposições de livros, onde os escritores integrantes da Câmara Baiana do Livro ficam à disposição dos alunos para um bate-papo literário. Na praça também puderam ser visitados, pelos alunos, o Buzu Digital da Prodasal – Companhia de Processamento de Dados do Salvador e a Biblioteca Móvel da Fundação Pedro Calmon. A 2ª Aula a Céu Aberto só terminou no final da tarde quando alunos e professores assistiram a um show do cantor e compositor Gerônimo, todo intercalado com a participação de poetas.

Pesquisadores – Quem foi ver de perto a Aula a Céu Aberto também foram alguns professores universitários, convidados para aderir ao programa Pesquisadores Amigos da Escola Pública Municipal. Concebido pela FGM, o programa pretende aproximar as duas pontas do ciclo acadêmico – alunos do ensino fundamental e professores pesquisadores das universidades sediadas em Salvador. “O objetivo principal é aproximar essas realidades, deixando que o encontro entre o ambiente e da escola e o trajeto do pesquisador produza resultados diversos, do simples diálogo e visitação à realização conjunta de projetos”, esclarece Paulo Costa Lima, presidente da FGM.

O que pode resultar de uma relação de parceria entre pesquisadores acadêmicos e escolas públicas municipais? “Parece ser uma ação muito promissora”, reflete Herbet Conceição, pró-reitor de Pesquisa da Universidade Federal da Bahia, já comprometido com a causa. Ele afirma que a UFBA vem trabalhando com estudantes de outros níveis, com o intuito de fomentar a pesquisa, e que a iniciativa da Fundação Gregório de Mattos deverá gerar outros produtos. “A relação com a escola é uma complementação excelente da vinculação entre a universidade e a sociedade”, complementa Ana Fernandes, docente do Departamento de Arquitetura da UFBA, que também está aderindo ao movimento, juntamente com professores da Universidade do Estado da Bahia – Uneb e da Universidade Católica do Salvador – Ucsal.