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Alunos do Subúrbio 360 participam de campeonato de experimentação científica

27 de set de 2019 - Jornalismo

Sob a coordenação dos professores Joelson Lima e Cleide Regina de Jesus, alunos do 3º ao 5° ano dos turnos matutino e vespertino, que fazem parte do Subúrbio 360, participaram na terça-feira (24) de uma competição com base nos conteúdos das aulas de experimentação científica. Intitulado “Tabuleiro gamificado – combate das equipes”, a ação dividiu os estudantes em quatro equipes, que durante o ano letivo, tiveram aulas de raciocínio lógico, desenvolvimento e criação de jogos, realidade aumentada, dentre outros. No palco, os representantes de cada equipe competiam em um jogo de tabuleiro, avançando à medida que conseguiam desenvolver as provas.

De acordo com o professor Joelson Lima, as aulas de experimentação científica aguçam o olhar dos alunos para a investigação e apresentam novas perspectivas sobre os jogos. “As pessoas ligam experimentação científica aos jogos na perspectiva apenas do lazer, da diversão. Nós aqui apresentamos aos alunos como mais um a ferramenta de aprendizado. Eles tem plataformas de criação de jogos, plataforma gameficada, que é uma forma de trabalhar os jogos de tabuleiro antigos, mas de forma digital, mais evoluída, utilizando plataformas do youtube, de projetos do google, que muito interage com o aprendizado no meio educacional”, explica.

Para a competição, os estudantes construíram uma espécie de robô, num processo chamado prototipagem, uma das fases iniciais no desenvolvimento de games. “Eles os construíram ao longo do nosso percurso escolar. O produto final, os papercrafts, utilizando materiais recicláveis, como vasilhames de leite, o que acaba mexendo também com a sustentabilidade”, sinaliza Joelson Lima. O papercraft ou pepakura é um método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, semelhante ao origami.

No turno da manhã, a equipe vencedora foi a MMR, que disputou com Fortnat, Jack e a Minecraft. Já a tarde, a equipe campeã foi a Robox, após a disputa travada com os grupos denominados Jogo Público, Game Play e Minecraft. Para o estudante Caio Roberto Almeida, as aulas de experimentação cientifica o ajudaram a se descobrir no mundo da tecnologia. “Eu gosto muito de tudo por que aprendo sobre muita coisa nova, como a criação de jogos, que eu nem imaginava como era”.

A professora Cleide Regina de Jesus, que atua com os alunos do 1º ao 3º ano, explica que trabalha com foco no letramento e alfabetização. “Todo conteúdo programático deles é com esse foco, já que os pequenos ainda estão aprendendo a ler. No entanto, a medida que fazemos o uso da tecnologia os alunos se entusiasmam ainda mais e notamos que eles conseguem avançar ainda mais na leitura, escrita e interpretação”, detalha.

“Os adolescentes gostam de atividades que os desafiem. Com a competição, há uma competitividade saudável entre eles, com recursos que vão desde os jogos antigos, de tabuleiro, ate os jogos virtuais. Aqui temos o desafio da realidade virtual, óculos vr, criação de games nas plataformas como MR Maker, encenação de youtubers e, com isso, acabamos envolvendo diversas áreas, como teatro, dança, dentre outras que acabam contribuindo e muito para o desenvolvimento humano” finaliza o professor Joelson.

Experimentação científica – É o método que investiga as reais possibilidades de acontecer uma nova descoberta, um elemento importante para se atingir o conhecimento universal em diversos níveis de escolarização. A experimentação também transforma a capacidade de aprendizado, envolvendo o aluno, com um papel fundamental na construção do conhecimento.