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Autonomia econômica e pessoal das mulheres negras é debatida

31 de jul de 2012 - dev

Poder decidir os rumos da vida profissional e privada foi o tema do Projeto Educação em Pauta, realizado pela Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), na manhã desta terça-feira (31), na Faculdade Visconde de Cairú. A ação, realizada por meio do Fundo para o Desenvolvimento Humano e Inclusão Educacional de Mulheres Afrodescendentes (Fiema), foi em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Negra da América Latina e Caribe e do Dia Municipal da Mulher Negra, ambos no dia 25 de julho.

A programação incluiu palestras, seguidas de debate e oficina de educação financeira, que abordaram questões relacionadas ao cotidiano profissional e doméstico das mulheres negras. O tema da primeira palestra, ministrada pela mestra em educação e professora da rede municipal de ensino, Marta Alencar, foi “A divisão sexual do trabalho produtivo e reprodutivo”, explorando o papel das mulheres nas atividades realizadas no âmbito pessoal. “Nós precisamos entender que o trabalho doméstico deve ser realizado em conjunto por quem divide o espaço. Os afazeres não são obrigação somente da mulher”, explica Alencar.

A segunda palestra foi sobre o tema “Autonomia da Mulher”, ministrada pela assessora de fomento à autonomia econômica das mulheres do Fiema, Rose Rozendo. “A maioria das mulheres que independentes não possuem autonomia familiar. Elas não decidem o que fazer da própria vida dentro deste meio, mas nós precisamos mudar este fato. Ainda mais porque 80% da renda familiar é composta por ela”, relata Rozendo.

A professora da Escola Municipal Gilberto Pires Marinho, Valda França, 60 anos, se identificou com as situações apresentadas durante as palestras e aproveitou a ocasião para falar sobre os problemas que está vivendo. “Acredito que estou passando por estas dificuldades, mas já estou madura para não ficar mais submissa a estas questões domésticas. Não quero ser como tantas avós que só ficam cuidando dos netos para os filhos poderem viver. Quero continuar trabalhando e estudando. Gosto de fazer minhas aulas de dança e não abro mão disso”, confessou.

A gestora do Fiema, Jussara Rosa, reforça a necessidade de apoiar a retomada da autonomia familiar entre estas mulheres. “Temos o dever de elevar a auto-estima destas mulheres, como também, prevení-las contra a violência de não ter o direito de fazer o que querem”, concluiu.