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Prefeitura de Salvador nomeia professores até fevereiro

16 de jan de 2015 - Jornalismo

Bellintani anuncia a intenção de entregar 15 mil vagas em cheches e pré-escolas até o final de 2016

O secretário da Educação de Salvador, Guilherme Bellintani  Bellintani, anunciou, nesta terça-feira, 21, que pretende entregar 15 mil vagas em cheches e pré-escolas até o final de 2016. Hoje o déficit estimado é de 100 mil vagas para crianças entre zero e cinco anos.

“Parte do índice de desemprego (em Salvador) é fruto da falta de creches”, aponta o secretário. Ele comenta que muitas mães não têm como buscar um emprego por não ter onde deixar os filhos.

Segundo o secretário, a falta de vagas para pré-escola traz prejuízos não somente sociais, mas também educacionais: Bellintani aponta que as experiências escolares entre zero e cinco anos são fundamentais para o sucesso do aluno quando jovem e adulto.

Creches e  professores

Para combater o problema, disse que foi aprovado esta semana projeto para a construção de creches com 300 metros quadrados, com recursos do município.  O prefeito ACM Neto determinou que não se esperassem mais recursos federais, que vinculavam a destinação à construção de creches com 2,8 mil metros quadrados – a escassez de terrenos com estas dimensões seria um empecilho.

Bellintani  afirmou que professores que prestaram concurso em 2010 devem ser chamados até fevereiro, quando finda a validade do certame. Secretário disse que não há ainda número fechado de quantos professores serão chamados.

Com a aprovação do plano de cargos e salários da categoria no final do ano passado, foi destinado maior tempo a atividades extra-classe para os docentes e isto deve ser compensado com a chamada de mais profissionais para que a carga horária de aulas seja mantida.

Foram convocados 1.829 professores, em 2013 e 2014, e as novas contratações devem se encaixar no orçamento de R$ 1 bilhão – 81,22%   para despesas com pessoal.

Tráfico

Bellintani disse que “é melhor (a escola) ser respeitada pelo tráfico que ser desrespeitada” . O secretário comentava o “embate” que ocorre entre escolas e o tráfico de drogas para conquistar o aluno, além da interferência do crime organizado na realidade de muitas escolas no subúrbio e regiões periféricas da capital.

O problema já havia sido mencionado pelo titular anterior da pasta, Jorge Khoury. Entretanto, Bellintani não aponta a escola como vítima neste processo, mas como causa deste avanço do tráfico na realidade da comunidade escolar.

“Isso passou a acontecer a partir do momento em que o sistema educacional foi à falência”, diz o secretário. Ele salienta que são importantes ações que melhorem a infraestrutura e o avanço no projeto pedagógico, mas que nada disso adiantaria sem envolvimento da comunidade.

“Não tenha dúvida de que a escola, quando se afirma como projeto de transformação, passa a ter o respeito de todos, inclusive do tráfico”, reiterou Bellintani.

O secretário ainda comparou a situação atual da escola com o futebol. “Enquanto o campo de futebol tiver mais relevância que a escola é porque a escola não atingiu o que ela deve atingir”.

Bellintani complementou: “Nada contra o campo de futebol, mas qualquer autoridade que diga que vai construir uma escola no lugar de um campo de futebol tem tudo para perder a eleição naquela comunidade”.