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Projeto leva ensino a crianças internadas

27 de jul de 2015 - Jornalismo

Professores, mesas coloridas, muitos lápis de cor que se misturam à decoração, prontos para serem usados pela turma que chega aos poucos, ainda tímida.

Este ambiente pertence a uma “sala” de aula diferente que funciona em uma brinquedoteca, montada na ala de pediatria do Hospital São Rafael, onde acontece o projeto Classe Hospitalar.

A iniciativa foi desenvolvida pela unidade em parceria com a prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal da Educação (Smed).

A ação, que também é desenvolvida em outros hospitais da capital, beneficia no HSR mais de 1.500 crianças e adolescentes e tem como objetivo dar continuidade aos estudos que, por motivos diferenciados, precisaram ser interrompidos.

Atividades escolares

A coordenadora do projeto e do serviço social do hospital, Viviane Conceição Cerqueira, explica que o foco é fazer com que, neste momento de internação, as crianças não deixem de fazer as atividades escolares.

“É uma forma de ajudar para que ela não venha a perder o ano letivo. Tem crianças que passam seis meses, até quase um ano dentro do hospital. Quando saem do contexto da escola, ela perde a oportunidade até mesmo de avançar em termos de série. Além disso, é uma forma dela sair um pouco dessa esfera da doença” , avalia.

As aulas acontecem de segunda à quinta-feira sendo um dia reservado as aulas de música. Os pequenos que não podem sair dos seus leitos recebem a visita das professoras.

O pequeno Gabriel Batista, 10, é uma das crianças que não pode sair do leito devido ao tratamento de um câncer. Por isso, a professora rede municipal de ensino, Lidiane Moreira,  vai até ele para que, juntos, possam concluir os exercícios.

Participante do projeto há 8 anos, a professora Jucilene Machado,  afirma que antes de começar a distribuição dos assuntos é realizada uma avaliação diagnostica com cada paciente.

“Fazemos essa avaliação para perceber as habilidades cognitivas que a criança apresenta e, com base nesse  nesta verificação,  elaboramos atividades levando em conta a idade e a série” , detalha.

Planejamento

Ela acrescenta que além das atividades elaboradas pelas professoras do projeto, as crianças fazem, também, as que são enviadas pela escola regular.

Outro ponto é que já  existe um planejamento mas  que pode ser modificado, dependendo do  quadro clínico e da necessidade de cada paciente.

“A presença do professor nessa equipe multidisciplinar é algo diferenciado. Muitas crianças nem sabem que vai ter esse momento e eles adoram!” ,resume.

Prazer e interação

Nataly Ribeiro, 16 anos, está no 1º ano do ensino médio e revela que pretende ser médica. Ela tem hipertireoidismo. Está em sua segunda internação  e conta que este é um momento de “prazer e interação”.

“Acho muito divertido. A gente está no hospital, mas não pode parar com os compromissos. Esse momento afasta um pouco essa ideia da doença”, disse.

Mãe do pequeno José Arthur Nunes, 6, que passou por uma cirurgia de apendicite e está no 2º ano do ensino fundamental, a estudante de administração,  Margarete Nunes, 47, diz que “graças a esse incentivo, ele fica mais alegre”. “É muito importante porque  a criança não fica na monotonia”.