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Rede municipal ganhará 2.016 novas salas

13 de mar de 2015 - Jornalismo

Centro no subúrbio custou R$ 2,6 milhões

Três programas devem reestruturar o ensino fundamental em Salvador até 2016. Concluído esta semana, um deles, o Nova Escola, prevê a reforma, construção e reconstrução de 2.016 salas de aula.

Dessas salas, 700 serão de educação em tempo integral para crianças de 0 a 5 anos, mais 15 mil  vagas na educação infantil. Para atender à demanda das novas escolas, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) fará concurso ano que vem, com  500 vagas.  Segundo o secretário Guilherme Bellintani, o objetivo é acabar com o déficit na educação infantil, para ele um dos maiores problemas  da capital.

“Vamos universalizar o ensino para crianças de 4 e 5 anos e mais que dobrar a oferta em creches”, afirma o titular da Smed. Os outros dois programas em andamento são o Pedagógico, que visa qualificar professores e demais profissionais da rede, e o de Gestão Escolar, com oferta e ampliação de ítens como fardamento e merenda.

Juntas, as iniciativas (que serão apresentados até abril) demandarão R$ 410 milhões dos cofres da prefeitura entre 2015 e 2016. Do total, R$ 210 milhões serão para construir e reformar. Conforme A TARDE antecipou na quarta-feira, 29 escolas e sete centros de educação infantil serão entregues este mês, em comemoração ao aniversário de 466 anos de Salvador.

Desde que assumiu a secretaria, em janeiro, Bellintani tem como meta ver de perto as 427 escolas municipais. Semanalmente, ele vai a 20 unidades para que, ao final do semestre, tenha conhecido todas. “Quando se está presente, os resultados são  melhores”, conta.

Este ano, foram ofertadas cerca de  142 mil vagas para atender 378 mil crianças de 0 a 9 anos, segundo último  Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Prejudicada pelo déficit,  a adolescente Laila Talia dos Santos, 16, não conseguiu matricular Alexandre, de 4 meses, em uma creche para voltar a estudar e completar o ensino médio.

Ela conta que tentou  matricular o filho, porém foi informada de que teria que participar de um sorteio.  “Infelizmente, não tenho condições de pagar uma creche particular.  Espero que, com a inauguração desta escola, as oportunidades sejam ampliadas”, disse.

Ela se referia ao centro Tereza Helena Mata Pires, que será entregue este mês no Alto do Cabrito.

Fundeb

O presidente da Central das Creches Comunitárias  do Brasil, Clériston Silva, procurou A TARDE, na terça-feira, reclamando que a prefeitura não estaria repassando 60% da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica  (Fundeb) às creches comunitárias. Ele alegou que o dinheiro, correspondente a R$ 2,5 mil  por criança, não está sendo liberado.

O secretário Guilherme Bellintani argumentou que o repasse não é feito porque a maioria dos professores das creches comunitárias não tem magistério ou   formação pedagógica, como prevê a lei.

“Se eu repassar os valores, a prestação será rejeitada pelo Tribunal de Contas”, justificou. Segundo ele, a prefeitura já deixou de utilizar quase R$ 3 milhões dos recursos por este motivo.