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Salvador tem 67 escolas municipais em estado precário de funcionamento

13 de jul de 2015 - Jornalismo

Problemas abrangem infraestrutura, disse secretário Guilherme Bellintani.
Entre eles, há infiltrações, defeito na rede elétrica e falta de ventiladores.

Levantamento da Secretaria Municipal de Educação (Semed) aponta que, das 428 escolas de Salvador, 67 estão em condições precárias de funcionamento. O secretário da pasta, Guilherme Bellintani, informou ao G1, nesta segunda-feira (13), que os problemas incluem situações como infiltrações, defeito na rede elétrica, falta de ventiladores e ar-condicionados.

De acordo com o secretário, a avaliação das escolas foi feita durante elaboração do “Programa Combinado”, projeto que recebe investimento de R$ 500 milhões e reúne um conjunto de 112 ações a serem realizadas em parceria com a comunidade escolar, informou a prefeitura. “Os problemas dessas escolas é fruto do crescimento desordenado da rede escolar. Nosso objetivo é chegar até o fim de 2016 com melhorias em todas essas escolas”, disse o secretário.

Bellintani contou que reformas de menor investimento são realizadas em algumas das unidades escolares e que as aulas continuam normalmente. “Quando a gente fala dos problemas não quer dizer que a escola está completamente inviável. As ações estão acontecendo, sobretudo, no sentido de melhorar o ambiente escolar. Reformas como melhorias de suporte da parte de infraestrutura, reformas elétricas, troca de telhado, já estamos fazendo. Estamos procurando também locais que podem ser alugados para funcionarem como escola. Das 67 [escolas], aproximadamente 40 serão reconstruídas e 27 podem ser objetos de mudança”, explicou.

A vice-coordenadora do sindicato APLB, Marilene Betros, informou que a infraestrutura, além do reajuste salarial, também é pauta de reivindicação. A categoria marcou assembleia para as 9h de terça-feira (14) sobre a campanha salarial. “Temos travado debate profundo com o executivo municipal exigindo condições de trabalho. Este é ano de implantar reserva de jornada, o que vai requerer mais professores. Entendemos que não é só o salário, também queremos ambiente saudável, escola sem ratos, sem baratas, infestação de pombos, águas contaminadas. Queremos desenvolver nosso projeto pedagógico e ver que as crianças têm orgulho das escolas em que estudam. A nossa luta é árdua”, disse.

Solicitado pelo G1, a prefeitura não indicou quais são as escolas com condições de ensino em situação de precariedade. A sindicalista informou que a entidade tem a relação, mas que não estava com ela no momento da entrevista, na noite desta segunda-feira.