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Coordenadoria de Inclusão Educacional e Transversalidade da Smed apresenta novo método de ensino para crianças com deficiência visual

18 de dez de 2019 - Publicidade

 

A coordenadoria de Inclusão Educacional e Transversalidade da Secretaria Municipal da Educação (Smed) apresentou na última sexta-feira (13), a culminância do Plano de intervenção Estratégico LEGO Braille Brinks. Trata-se de um novo método de ensino que busca através da ludicidade e brincadeira alfabetizar crianças com deficiência visual e intelectual.

O projeto LEGO Braille Brinks foi lançado no mês de outubro em parceria com a Fundação Dorina de São Paulo, quando aconteceu durante dois dias a formação de professores da rede municipal. Na oportunidade foi lançado um desafio para oito escolas utilizarem o LEGO Braille no processo de alfabetização de crianças cegas e de baixa visão severa.

”Foi um resultado muito bom onde os professores ficaram encantados com o material, uma experiência muito inovadora. Hoje fizemos uma apreciação dos resultados para ver os pontos fortes e fracos das ações e corrigir alguns detalhes. Vamos mostrar os resultados de cada escola em sala de aula para o secretário Bruno Barral e nossa diretora pedagógica Joelice Braga apreciarem e quem sabe adquirirmos para o ano de 2020 esse material, para nossas crianças”, explica Patrícia Teixeira Costa, pedagoga e técnica da coordenadoria de Inclusão Educacional e Transversalidade da Smed.

Foram escolhidas oito escolas para servirem de modelo: Escola Municipal Hospitalar e Domiciliar Irmã Dulce; E. M. Syd Porto Brandão; Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) do Uruguai; E. M. Padre Manoel Correia de Souza; E. M. Pedro Veloso Gordilho; E. M. Jardim das Margaridas; E. M. Fernando Montanha Pondé; E. M. Nova do Bairro da Paz; E. M. Nossa Senhora de Guadalupe; Instituto Municipal de Educação Professor José Arapiraca (IMEJA) – Boca do Rio; E. M. Dr. Orlando Imbassahy e E. M. Nova do Bairro da Paz.

A professora da sala de recursos multifuncionais do IMEJA da Boca do Rio, Priscila Kallil Bujia Serva, relatou com detalhes como o método com Lego foi trabalhado em sala de aula em um aluno oriundo de escola regular, que já estava desistindo de frequentar as escolas por não ter tido um atendimento especializado para a deficiência dele.

“No IMEJA o trabalho com o Lego Braille Brinks foi feito na sala do AEE, com um aluno com cegueira congênita e deficiência intelectual, apesar do pouco tempo do início do tratamento, ele já estabeleceu uma relação muito bacana, com reciprocidade. No primeiro atendimento trabalhamos a comunicação oral e o fazer plástico para que o aluno se apropriasse da música, num segundo momento foi apresentado pelo viés pedagógico. Como ele é um aluno não alfabetizado e está na etapa inicial, conseguimos executar com ele uma pseudoleitura, apoiado na memória, ele colocou a mão sobre o papel com a letra datilografada em braile e fez a leitura do que ele memorizou. Feito isso a gente mostrou que lemos a música e agora vamos escrever não com a máquina de braile e sim com o Lego Brinks. Foi um trabalho interessante e fecundo no sentido de motivar o aluno a participar da aula a partir de uma experiência prazerosa, favorecendo esse processo de aquisição de envolvimento com a tarefa proposta que é a de ler e escrever”, contou a professora.

 

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