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Correio da Bahia- Edição de 19 de fevereiro- “Elevar desempenho acadêmico é objetivo da rede municipal”

19 de fev de 2008 - dev

A volta às aulas nas 368 escolas e 47 creches da rede municipal de ensino teve início com a meta de elevar o desempenho acadêmico, reduzir as taxas de evasão e repetência, além de avaliar o rendimento individual do aluno e da instituição. A reformulação começou em 2007, com a implantação do conteúdo multimídia, através do qual os estudantes acompanham a lição no laboratório de informática. A nova metodologia já apresenta resultados positivos na aprovação histórica das escolas do município. De 78%, esse índice subiu dez pontos percentuais e alcançou, no final do ano passado, 88%. As ausências diminuíram em 20%, já a reprovação caiu em 7,85%.

A abertura solene do início do ano letivo municipal aconteceu na manhã de ontem, na Escola Teodoro Sampaio, no bairro de Santa Cruz, e contou com a participação do secretário municipal de Educação e Cultura em exercício, Cláudio Silva. Uma das propostas para garantir a melhoria do ensino é a Central de Regulação, que realizará o monitoramento individual do aluno em cada disciplina, assim como o cumprimento das metas estabelecidas pelo corpo docente de cada instituição.

A rede municipal conta com um total de 159.503 matriculados, desde a educação infantil ao ensino de jovens e adultos. A assessora-chefe da secretaria e membro da comissão de coordenação da central, Cristina Santana, explica que o objetivo é o acompanhamento das ações da educação no município dividida em três eixos. Desempenho acadêmico, com avaliação bimestral das notas dos alunos. Currículo, com base no projeto pedagógico da escola. E, por fim, análise da gestão da unidade escolar. “Teremos também a figura do agente comunitário de educação, que vai articular a escola e a família no processo de desempenho do aluno”, acrescenta.

Cursos – O Centro Municipal de Idioma, que será inaugurado em março, é outra iniciativa para garantir uma melhor formação dos alunos das escolas municipais nas línguas inglesa e espanhola. A estrutura funcionará como nas escolas particulares, no turno oposto ao de aula, e não será concentrado nas instituições. O secretário da educação informou que 11 prédios serão alugados, cada um com dez salas, para atender cerca de 57 mil alunos.

“Convocamos 152 professores de idioma e o material didático será voltado para a conversação, já que Salvador é uma cidade turística e a fluência é importante para o mercado de trabalho”, explica Cláudio Silva. Além dos alunos da rede municipal, nas sextas à noite o Centro de Idioma atenderá gratuitamente motoristas de táxi, baianas de acarajé, policiais, agentes da Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET) e vendedores. A escolha da localização é em função do conglomerado de instituições em um bairro. Já estão em fase de finalização de obras os prédios de São Caetano, Itapuã (orla), Cajazeiras e Subúrbio 1.

Ainda durante a solenidade de abertura do ano letivo, o secretário Cláudio Silva anunciou a construção de 24 novas quadras esportivas. Atualmente, 103 instituições estão sendo reformadas e o objetivo é ajustar todas até o final de 2008. “A culpa disso é a municipalização. Das 198 instituições municipalizadas, mais de 70% não tinha condição de funcionamento. Investimos R$30 milhões nos consertos”, explica. Outra mudança que beneficiará a conservação dos prédios já renovados é a designação de uma verba para pequenas manutenções. O valor anual liberado pela secretaria é de R$ 20 por aluno.

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Aprendizado virtual

A rede municipal de ensino conta com 163 laboratórios de tecnologia. O objetivo da integração entre a internet, o computador e a aula é a transmissão de conhecimento de forma interessante e atrativa. O conteúdo programático, disponível em um portal na web, é desenvolvido pela própria Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), através de uma equipe de técnicos e professores.

“Trabalhamos as questões culturais de Salvador, que não se encontram à venda no mercado”, explica Eliana Marback, coordenadora do núcleo de gestão da informação do órgão. Um dos exercícios apresentados é a história de Zumbi dos Palmares. Num nível para a educação infantil, a criança deve ler o texto, completar as linhas em branco com as alternativas e a cada acerto a imagem de Zumbi começa a aparecer.

A interatividade é uma forma de atrair o estudante para a escola e de facilitar o aprendizado. “Criamos aulas multimídias para o aluno aprender também a utilizar os recursos básicos do computador. A ferramenta tecnológica serve como instrumento pedagógico e não com fins de automação de escritório, isso nos diferencia das demais instituições públicas”, garante o secretário Cláudio Silva.

Descobrir uma nova função para o computador e a internet, que não o jogo, foi um dos avanços de Rejane Santos Paixão, 12 anos. Durante a aula de ciências, a estudante conta que conheceu um site sobre ecologia “maravilhoso”. Outra novidade, que ela nunca havia pensado, foi aprender francês. “Tenho aulas no laboratório e na sala. É muito bom, estou adorando”, conta, entusiasmada.

Mas não foi só a vida de Rejane que as aulas multimídia modificaram. O auxílio diário aos colegas do turno noturno e, às vezes, do vespertino é dado pelo monitor do laboratório Jeferson Venâncio do Carmo, 15. “Aprendi o básico num infocentro no Nordeste de Amaralina, aqui na escola só aperfeiçoei. Acho muito bom o laboratório para realizar pesquisas”, afirma. O aluno não tem computador em casa, e assume que não sente falta, o auxílio dado pela instituição já é suficiente para suas necessidades.