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Dia da Consciência Negra é celebrado com ações virtuais na Rede Municipal de Salvador

20 de nov de 2020 - Publicidade

20 de novembro é o Dia da Consciência Negra, pois a data homenageia a luta de Zumbi dos Palmares e dos seus companheiros no quilombo, evidenciando as desigualdades e violências contra a população negra ainda existente em nossa sociedade. Com isso, o 20 de novembro também é uma marcante para a educação escolar, na qual as escolas desenvolvem diversas atividades pedagógicas, proporcionando a reflexão sobre o racismo e suas implicações na atualidade.

A Escola Municipal Saturnino Cabral, localizada no bairro de Cosme de Farias, por exemplo, desenvolve atividades que fortalecem a identidade negra no bairro, durante todo ano letivo.  Este ano, devido a pandemia, a unidade de ensino resolveu dar destaque, através do Instagram (@saturninocabral2019), a algumas fotografias de estudantes da escola com reflexões sobre cultura, ancestralidade e combate ao racismo. “Entendemos que esta é mais uma forma de fortalecer o protagonismo das nossas crianças, promovendo a educação antirracista”.

A ação teve início no dia 19 de novembro, com a divulgação de um vídeo explicando o porquê do termo “Consciência Negra”, utilizando como base a ludicidade e a cultura da infância, ensinando às crianças temas complexos do cotidiano de forma didática e aproximada. Haverá ainda um vídeo, montado com essas fotos que será publicado no dia 20. Para encerramento da semana, será realizada uma live com a vice-diretora, Isabella Santana, e a coordenadora pedagógica, Cândida Moraes, que vão abordar a história da revolução negra, além de recitarem poesias e promoverem a contação de histórias. “Nossa intenção pedagógica é manter o vínculo das nossas crianças com a escola, sem perder de vista nossa proposta pedagógica que acolhe e reflete cotidianamente a diversidade”. As famílias foram avisadas sobre as atividades através de um grupo do WhatsApp, bem como no ato da entrega das atividades impressas produzidas pelos professores, o que acontece às segundas e terças-feiras.

O Centro Municipal de Educação Infantil Virgem De La Almudena, localizada no bairro de Brotas e que atende a alunos do grupo 2 ao 5, também preparou uma ação especial para os alunos do grupo 3: uma atividade na qual as crianças deveriam enfeitar um boneco de pano, que foi confeccionado pelas professoras Advânia Gomes Damasceno e Mônica Costa Correia. A atividade, baseada nos projetos da escola, teve característica remota teve como objetivo de valorizar a criatividade e a consciência negra.

Além do boneco, a escola disponibilizou também o material necessário para enfeitar o bonequinho, como tecidos e linhas, já que os pequenos foram estimulados a, com o auxilio da família, colocar cabelo, roupa, além de dar um nome para os bonecos, valorizando os traços negros. As orientações foram dadas através de grupos de Whatsapp e o material entregue junto com as cestas básicas distribuídas pela unidade de ensino.  “As fotos e vídeos dos bonecos já produzidos pelos alunos foram postados no grupo do Whatsapp, composto por membros da unidade de ensino e familiares, já que nosso principal objetivo é manter firme o vínculo entre família e escola, principalmente nesse período de pandemia”, ressalta a gestora da unidade de ensino Isa Coutinho.

A Escola Municipal do Beiru, localizada no bairro de Tancredo Neves, também preparou uma programação remota diferenciada, com divulgação de vídeos com conteúdos especiais, com foco no Dia da Consciência Negra. A programação teve início nesta quarta-feira (18), com a divulgação de um vídeo explicativo sobre Beiru*, que dá nome a escola. Na quinta-feira (19), o vídeo será em comemoração aos 10 anos do documentário “O Beiru também é África” e na sexta-feira (20), será a vez da exibição do vídeo “Bucala: a princesa do Quilombo do Cabula”, uma contação de história com a participação do professor Alexandre Geisler.

*Beiru foi um negro escravizado, comprado pela família Hélio Silva Garcia. Ele herdou as terras antes pertencentes aos seus donos, hoje equivalente a área ocupada pelo bairro do Beiru, que gira em torno de 1 milhão de metros quadrados de área. Essas terras, após a morte de Beiru, voltaram à posse da mesma família de origem, já que “Preto Beiru” como era chamado, não tinha herdeiros libertos. Os Hélio Silva Garcia, em gratidão a Beiru, resolveram homenagear-lhe dando o nome Beiru à sua fazenda, como consta na escritura da fazenda datada do final do século XIX.

Smed/PMS

 

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