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Formadora incentiva a perceber habilidades individuais

27 de jul de 2009 - dev

A formadora Shirley Rodrigues Maia ministra o curso sobre Educação Inclusiva para professores da Rede Municipal de Ensino, estimulando o diálogo, de modo a envolver os educadores no processo de formação. Maia, que atua há 26 anos com surdocegos e deficientes múltiplos em São Paulo, afirma que não há uma metodologia a ser trabalhada em sala de aula. “Eu mostro como podemos perceber o potencial das crianças e como organizar estratégias para o aprendizado delas”, acrescenta.

No segundo encontro do curso, no dia 24 (sexta-feira), os educadores receberam informações sobre práticas para trabalhar com alunos que possuem deficiência visual. Com abordagem em surdocegueira e baixa visão/albinismo, os professores conhecem as limitações e descobrem como explorar as potencialidades para o desenvolvimento cognitivo das crianças.

Segundo a coordenadora do curso, Teresa Cristina Holanda Sousa, chefe de setor da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico (CENAP), há uma média de 80 alunos nessa situação nas unidades escolares do município. “A ideia é promover um trabalho de inclusão para educadores do 6 ao 9º ano do Ensino Fundamental, já que os alunos avançam e os professores precisam ser orientados”, explica.

Na turma do 2º ano da Escola Municipal Eloyna Barradas existe uma aluna cega que, segundo a professora Conceição Gregória, necessita de ajuda para a realização de atividades pedagógicas. “Hoje estou vendo muitas coisas importantes para ajudar nas atividades”.

A professora Maria Helena Carvalho do 5º ano, da Municipal Dom Pedro I, informa que tem uma aluna albina, com baixa visão, e que sente dificuldades para fazer um trabalho diferenciado com ela. “O curso está abrindo mais os olhos para conhecer as necessidades da aluna e aí eu vou pode partir para a prática”, diz.

Kits

Neste mês, dez escolas da Rede receberam materiais especiais para crianças com baixa visão, que foram distribuídos pela Secretaria de Educação Especial (SEESP) do Ministério da Educação (MEC). O kit é uma mochila com lápis, caneta com ponta porosa, cadernos específicos, régua de leitura com lente de aumento e suporte para leitura.

A primeira etapa do curso termina na quarta-feira (29). No dia 3 de agosto, começa a segunda etapa sobre Transtornos Invasivos do Desenvolvimento, com foco em autismo.