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Investimento na formação do professor se reflete no salário e na qualidade do ensino

22 de nov de 2006 - dev

A valorização do magistério é uma das principais metas da Prefeitura Municipal, por isso, a Secretaria Municipal da Educação e Cultura tem se empenhado para capacitar os professores da rede, com formação continuada, cursos oferecidos pela Uniced (Universidade Aberta da Educação e Cultura) e convênio com universidades, onde os docentes possam fazer especialização, mestrado e doutorado na área de educação.

O professor José Santos de Jesus, que leciona na Escola Municipal Cônego Orlando Teles, localizada no Lobato, foi um dos contemplados com o curso de mestrado realizado na Unifacs. Segundo o professor, a conclusão do mestrado só foi possível porque a Secretaria Municipal da Educação e Cultura (SMEC) financiou o curso. “Sou muito grato a este incentivo e acho que todos os professores da rede deveriam aproveitar as chances oferecidas pela gestão municipal. Se não fosse o apoio da secretaria, eu jamais teria realizado o meu sonho, que era o mestrado”, afirma.

Os incentivos oferecidos pela SMEC aos docentes têm como resultados as mudanças de nível, de carga horária e de referência. Com isto, além de oferecer uma educação de qualidade aos alunos da rede municipal, é proporcionado aos docentes um adicional no salário. Para a mudança de nível, o adicional mínimo é de 10%, podendo chegar a mais de 30%, além dos 2,5 % com a alteração de referência. Com relação à alteração da carga horária de 20 horas para 40 horas, o salário do professor dobra.

A mudança de referência acontece a cada dois anos após a Avaliação de Desempenho, que tem como objetivo possibilitar a progressão funcional dos profissionais de educação que exercem atividades de docência e suporte pedagógico, como administração escolar, planejamento, supervisão e orientação. Este ano, 1.573 professores tiveram a sua referência alterada. O secretário municipal da Educação e Cultura, Ney Campello, afirma que esta avaliação é muito importante porque contribui para a melhoria do processo de ensino aprendizagem e, especialmente, se constitui em um instrumento estimulador do crescimento pessoal e profissional dos professores.

A Avaliação de Desempenho foi iniciada em julho de 1997, através da Lei nº 5268/97, que dispõe sobre o Plano de Carreira e Vencimentos dos Servidores do Magistério Público de Salvador, mas mesmo com a sua importância, a gestão anterior realizou a última avaliação no biênio 2002/ 2003. Em 2005, com a atual administração este trabalho voltou a ser realizado na rede municipal de ensino. Segundo a coordenadora da CRE Cajazeiras, Adenildes Teles Lima, a Avaliação de Desempenho é a maneira mais eficaz de analisar as práticas pedagógicas e a partir daí aprimorar os conhecimentos aplicados na sala de aula.

Já alteração de nível ocorre de acordo com o grau de especialização de cada profissional do magistério. No primeiro semestre de 2006, 73 docentes mudaram de nível, que está dividido em: 1, 2, 3 e 4, ou seja, graduação, especialização, mestrado e doutorado, respectivamente. O nível é alterado conforme solicitação do professor. “É de extrema importância a valorização do docente como elemento central de nosso projeto educacional. A orientação do prefeito é de garantir, com a maior celeridade possível, direitos e vantagens para a categoria, dotando o corpo docente de condições dignas para o exercício do ensino/aprendizado”, afirmou o secretário municipal de Educação e Cultura, Ney Campello

Mas não é apenas com a mudança de nível e de referência, que os professores se sentem valorizados, há também o adicional de periferia, que é de 10%. Este adicional é para os 2.790 professores que lecionam em uma das 169 escolas da rede municipal consideradas zonas periféricas, como as que estão instaladas no subúrbio, ilhas e Cajazeiras.

SAIBA MAIS

– Total de professores que mudaram de carga horária de 20 horas para 40 horas, em 2006: 162
– Total de professores com mudança de referência : 1.573
– Total de professores que recebem adicional de periferia: 2.790