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Investimento na rede escolar gera retorno social

31 de jul de 2012 - dev

“Se não fosse essa escola, eu teria que arcar com um colégio particular para a minha filha. Fico aliviado que ela possa ter um ensino de qualidade tão perto de casa e de graça”. O depoimento do pedreiro José Carlos dos Santos, 45, pai de Ana Carla, aluna do 2º ano da Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho, evidencia a importância das unidades da rede municipal de ensino na vida dos moradores da capital baiana. Ao todo, são 145 mil estudantes beneficiados pela estrutura composta por 426 escolas, 129 delas reformadas apenas no último ano.

Localizada em Alto do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário, a escola em que a filha do pedreiro José Carlos estuda está entre as que passaram por reformas, entre 2011 e o último mês de junho. “Foi um mudança muito grande. A gente percebe as melhorias, tanto no visual do colégio quanto no rendimento dos nossos filhos. A minha filha, por exemplo, ganhou um incentivo a mais para vir à escola”, contou.

Incentivo não só para os alunos, mas também para todo o corpo docente. “Com a reforma, a escola mudou em praticamente tudo. Foi implantado um laboratório de informática e uma biblioteca. Tudo isso dá aos professores um novo ânimo, que passam a contar com novas ferramentas para trabalhar os conteúdos em sala de aula”, avaliou Eder Fábio Ribeiro, auxiliar de administração do colégio, que teve a reforma concluída em março deste ano.

“O espaço para refeições também foi melhorado”, completou Ribeiro. Além disso, o número de salas da escola – que atende a 516 alunos nos dois turnos – foi ampliado. “Foi possível dividir turmas e dar mais conforto aos nossos alunos”, explicou. Durante a reforma, a unidade passou ainda por revisão elétrica e hidráulica, pintura e reforma do telhado.

O mesmo ocorreu na Escola Municipal Maria Quitéria, reinaugurada recentemente. “A escola ficou linda, muito melhor. Antes, quando chovia, a gente não podia nem assistir aula, pois a sala ficava cheia de goteiras. Agora, eu não vou mais precisar me preocupar com a chuva”, festejou a estudante do 5º ano, Rani Caroline dos Santos.

Para a diretora da escola, professora Márcia Sampaio, as mudanças são bastante significativas. “São melhorias estruturais que, por mais que alguns imaginem ser pequenas, contribuem bastante para o processo de ensino e aprendizagem. Possibilita a realização de atividades dentro da escola e diminuem drasticamente a necessidade de suspensão das aulas, já que os problemas estruturais deixam de existir”, considerou.

PLANO – O processo de recuperação das escolas foi intensificado, no ano passado, com a implantação do Plano de Recuperação da Estrutura Física das Escolas da Rede Municipal. De lá para cá, quatro novas unidades foram construídas, além das 129 reformas executadas. Em andamento, conforme a Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), estão outras 138 obras de reforma, cinco reconstruções e uma construção.

Conforme o secretário da Secult, João Bacelar, o plano faz parte de um compromisso com a garantia de um ensino de qualidade aos estudantes. “Estamos mudando a realidade da nossa rede de ensino, através da recuperação de toda a estrutura física escolar e também construção de novas unidades, levando escolas a áreas antes não atendidas. O nosso objetivo é melhorar a nota de Salvador no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e tornar a nossa capital uma das 10 melhores do país no que se refere a educação de qualidade”, afirmou.