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Leitura e escrita são as metas da Jornada Pedagógica 2007

11 de fev de 2007 - dev

“Responsabilidade Social no processo da escrita e leitura” foi o tema da Jornada Pedagógica 2007, que tem como objetivo repensar a práxis educativa na perspectiva da Cidade Educadora, tendo como foco principal a responsabilidade social no processo da alfabetização e do letramento.

Segundo a coordenadora Pedagógica da rede municipal de ensino, Gedalva da Paz, o tema escolhido para a jornada será trabalhado durante o ano letivo de 2007, a fim de incentivar os estudantes e os professores para a prática da leitura e da escrita. Ele explica que o conteúdo será trabalhado, principalmente, com os alunos de 6 a 7 anos de idade. A comunidade também será chamada para participar ainda mais do processo pedagógico da escola, sendo conscientizados para a conservação e utilização das bibliotecas.“Não queremos apenas que nossos alunos mudem de série, mas tenham uma educação de qualidade e um diferencial, que é saber ler e escrever bem”, afirma.

Para alcançar o seu objetivo, a SMEC realiza diversas ações, como capacitar os professores de forma que eles conheçam as múltiplas formas de ensinar, disponibilizar ferramentas tecnológicas, como laboratórios de ciências e softwares educacionais, ampliar e conservar as bibliotecas e salas de leituras.

De acordo com o secretário municipal de Educação e Cultura, Ney Campello, a meta deste ano é ampliar as bibliotecas municipais, atualmente há duas, e as bibliotecas e salas de leituras escolares, que somam 129, ampliando assim o acesso dos alunos e da comunidade. “A SMEC não quer apenas construir bibliotecas, mas quer também incentivar o prazer da leitura tantos dos alunos, quanto da comunidade. Vamos fazer políticas públicas com este objetivo. A educação deve ser uma política de Estado e não apenas de um governo. Precisa estar no DNA de uma nação. Só assim iremos construir uma Cidade Educadora”, enfatiza.

A jornada que iniciou no dia 05 seguiu até o dia 09 de fevereiro com eventos, como os seminários “Caminhos e Possibilidades na Busca da Interdisciplinaridade” e “A Língua estrangeira no Contexto Escolar”, na Faculdade Jorge Amado. Houve também a palestra da educadora especialista em alfabetização de jovens e adultos, Esther Grossi: “Todos podem aprender na cidade educadora”, proferida no Centro de Convenções. Já as escolas reservaram os dias 07, 08 e 09 para a realização e apresentação do planejamento pedagógico. A Escola Infantil Virgen de La Almudeña, por exemplo, realizou um evento para os professores e coordenadores, que contou com a participação de representantes da Escola Pracatum, realização de palestras e oficinas.

Já a Escola Hospitalar Criança Viva realizou no auditório do Hospital
Martagão Gesteira aula inaugural, com palestras sobre Patologias Crônicas em Pediatria, Orientações Didáticas para a Docência da Escola Hospitalar e Rotina da Escola Hospitalar: dinâmica e funcionamento das aulas em sala de aula, espaços terapêuticos de tratamento: quimioterapia, hemodiálise e leito.

BIBLIOTECAS – Desde o início de 2005, a Secretaria Municipal da Educação e Cultura tem aumentado o número de bibliotecas instaladas na rede municipal de ensino. Atualmente, o sistema municipal de ensino conta com 58 bibliotecas (com acervos contando com mais de mil volumes cada) e 71 salas de leitura. Somente em 2006, foram implantadas mais 6 bibliotecas em escolas da rede municipal de ensino, totalizando 1.320 alunos atendidos. Além disso, 15 bibliotecas instaladas nas escolas abrem suas portas para a população das comunidades situadas no entorno dos colégios.

Outra novidade ocorrida em 2006 foi a implantação da primeira Biblioteca Ambiental de Salvador: a Biblioteca Padre Francisco Javier Barturen, localizada na Escola Municipal de Botelho, na Ilha de Maré, tendo como público alvo os moradores das comunidades de Botelho, Praia Grande, Bananeiras, Santana e Nossa Senhora das Candeias. A SMEC também apoia outras bibliotecas, como a que foi criada pela Administração Regional de Itapuã. Nesta, a secretaria tem doado livros e disponibilizou uma bibliotecária para organizar o acervo.

Diversas empresas estão contribuindo com a doação de livros. A empresa DPaschoal, por exemplo, doou 38.000 obras, contemplando todas as 365 escolas da rede municipal de ensino, as bibliotecas públicas e as 11 bibliotecas comunitárias de Salvador. Além disso, o Jornal A Tarde, a Unifacs e a Sul América Seguros também já realizaram doações de livros.E, recentemente, foram convocados 20 bibliotecários aprovados em concurso público, ampliando o quadro de pessoal dessa área na rede escolar de ensino.

“A equipe da Secretaria Municipal da Educação e Cultura também realizou o apoio técnico necessário para a implantação da Biblioteca Comunitária Lélia Gonzalez, no bairro da Mata Escura. Além disto, 11 bibliotecas comunitárias de Salvador receberam kits com livros sobre variados temas, assim como as 365 unidades da rede pública municipal de ensino, contemplando os mais de 170.000 alunos”, afirmou o secretário municipal de Educação e Cultura, Ney Campello.

Outra ação foi a elaboração do Regulamento do Sistema de Bibliotecas, visando normatizar os serviços e definir os tipos de materiais disponíveis para empréstimo; os direitos e deveres dos usuários, as competências das bibliotecas e salas de leitura.