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Mostra do Projeto Quilombola é realizada na Escola Municipal Ilha de Maré

06 de dez de 2019 - Publicidade

 

A manhã desta sexta-feira (6) foi de muita emoção e conhecimento para todos que compareceram à Mostra da 9ª edição do “Projeto Quilombolas – Eu e o outro”, na Escola Municipal Ilha de Maré, realizada pela Gerência Regional de Educação (GRE) Subúrbio II e ilhas. O Projeto Quilombolas teve início em 2010 e é voltado para a formação de professores e de toda a comunidade escolar com foco nas leis 10.639/03 e 11.645/ 08.

Estiveram presentes no encontro a diretora pedagógica da Secretaria Municipal da Educação (Smed) e representante do secretário Bruno Barral, Joelice Braga, o gerente regional de educação da GRE Subúrbio II e ilhas, Inácio Mattos, a coordenadora regional da GRE Subúrbio II e ilhas, Rafaela Oliveira, a idealizadora e coordenadora do Núcleo de Políticas Educacionais das Relações Étnico-Raciais (Nuper) da Smed, Eliane Boa Morte, o representante do Conselho Municipal de Educação (CME), Carlos Eduardo Santana, além de coordenadores pedagógicos, gestores escolares, dentre outras autoridades.

De acordo com a coordenadora regional da GRE Subúrbio II e ilhas, Rafaela Oliveira, a proposta é implantar as diretrizes escolares quilombolas e torná-las efetivas nas salas de aula. “O projeto vem para assegurar que os professores e comunidade escolar estejam preparados para esse processo formativo das crianças e ao mesmo tempo empoderá-las, conhecendo suas localidades, sua cultura, melhorando o seu desempenho escolar”, explica.

Após a execução do Hino Nacional, aconteceu a apresentação do coral dos alunos da Escola Municipal Bom Jesus, que cantaram o Hino Nacional Africano. Posteriormente, a mesa foi formada pela diretora da Dipe Joelice Braga, do representante do CME, Carlos Eduardo Santana, subprefeito do Subúrbio e Ilhas, Alan Muniz, o  gerente regional de educação Inácio Mattos e pela anfitriã, a diretora da Escola Municipal de llha de Maré, Clétia Paraguassu.

Em sua fala, Joelice Braga deixou claro o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela GRE e que este ano, foi apresentado de forma itinerante. “Aqui nós temos a representação do compromisso e do respeito com a cultura do nosso povo, lembrando sempre que esses meninos e meninas precisam ter orgulho de suas raízes, da sua identidade. O Projeto Quilombolas, através da itinerância, espalhou ainda mais a discussão de temáticas tão importantes do nosso povo”, contemplou.

A diretora Pedagógica da Smed propôs ainda que, na 10ª edição, o projeto seja apresentado também para representantes de escolas municipais das demais GRE’s. “Proponho este desafio para a gente pensar, por que sei da competência e compromisso dos envolvidos e para que o projeto possa ascender ainda mais”, enfatizou.

Rafaela Oliveira apresentou a “memória” do projeto escolar, desde 2010, e em seguida, exibiu um vídeo mostrando a execução do mesmo neste ano de 2019, nas dez escolas localizadas nas ilhas. São elas: Escola Municipal de Botelho, Escola Municipal Doutor Antonio Carlos Magalhães, Escola Municipal Bom Jesus, Escola Municipal de Bananeiras, Escola Municipal de Ilha de Maré, Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima, Escola Municipal Claudemira Santos Lima, Escola Municipal de Santanas, Escola Municipal Ilha dos Frades e Escola Municipal Marcílio Dias.

Durante o período de 2 a 22 de novembro, a equipe da GRE esteve em cada unidade de ensino para conferir exposições, apresentações de dança, teatro, poesia, jogos africanos, dentre outras atividades desenvolvidas durante o ano, dentro da temática quilombola. “O dia da mostra é para apresentarmos o trabalho do ano letivo e este ano criamos essa itinerância por que entendemos que um dia só não dá para apresentar o trabalho de um ano inteiro de tantas escolas. Então, fizemos em novembro cada dia uma localidade e hoje é apenas para que outras pessoas, que não participaram da itinerância, possam conhecer a grandiosidade desse projeto”, ressalta a coordenadora regional.

Segundo Eliane Boa Morte, o Projeto Quilombolas é a certeza de que um sonho está se realizando. “Eu fiquei muito emocionada em diversos momentos desse vídeo, vendo os trabalhos nessas escolas. Isso porque, percebemos toda a cultura das comunidades quilombolas e o que precisamos é levar para o continente, esse conhecimento e a forma de ser desse povo. Muita gente  ainda desconhece a riqueza que existe nessas ilhas de Maré, Frades e Bom Jesus, considerando a existência apenas da ilha de Itaparica. Então, o projeto Quilombolas expõe para o mundo as minúcias e peculiaridades de cada lugar”, apontou a coordenadora do Nuper.

O evento foi finalizado com a apresentação do grupo percussivo do Lar Pérolas de Cristo, localizado no bairro de Paripe e roda de capoeira.

Fotos: André Carvalho/Smed/PMS

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