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Palestra alerta pais sobre problemas causados pelo trabalho infantil

29 de Maio de 2012 - dev

A Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) realizou uma palestra, na manhã desta terça-feira (29), com o objetivo de informar a comunidade sobre as ações do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). O evento é uma parceria com o Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente na Bahia (FETIBA) e a Escola Municipal Senhor do Bonfim.

A presidente do Fórum, Tereza Calabrich, ministrou a palestra com o tema “Os Malefícios do Trabalho Infantil, Aprendizagem e Serviços Municipais oferecidos à População”, que visa o problema do ciclo vicioso: baixa renda familiar / impulsiona trabalho infantil / impede qualificação profissional; acarretando impacto negativo no crescimento econômico local.

“A exploração do trabalho infantil causa problemas de longo prazo. Ela afasta a criança da escola, causa falta de atenção, dano físico, psíquico, moral e social. Precisamos defender o direito deles de brincar e estudar”, assevera Calabrich.

O governo criou programas de qualificação profissional, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Bolsa Família e o fortalecimento da rede de proteção à criança como alternativas para combater esses problemas e mantê-las na escola. Os pais tiveram a oportunidade de tirar dúvidas com Leandra Adelino, assistente social da Secretaria Municipal do Trabalho, Assistência Social e Direitos do Cidadão (SETAD).

“O principal fator no combate ao trabalho infantil é a conscientização dos pais diante dos problemas causados nas crianças, em longo prazo. É preciso continuar aproximando a comunidade da escola com ações que envolvem a criança como cidadão”, pondera Antônio Carlos Souza, gestor da Escola Municipal Senhor do Bonfim.

RISCOS OCUPACIONAIS – No Brasil, cerca de 4,2 milhões de crianças e adolescentes entre 05 a 17 anos ainda trabalham. Somente na Bahia são mais de 486.000 crianças e adolescentes nesta situação. Parte delas trabalha na coleta, seleção e beneficiamento de lixo (atividade extremamente insalubre), trabalho doméstico, feira livre e venda de produtos em sinaleiras. Estas atividades estão incluídas na lista das piores formas de trabalho infantil (Lista TIP) em função dos seus riscos ocupacionais, repercussões à saúde e segurança.

A dona de casa e mãe de dois estudantes, Geisa Casais, disse estar surpresa com tantas consequências negativas do trabalho infantil e parabenizou o trabalho realizado. “É essencial a realização de atividades deste tipo para conscientizar os pais de como podem prejudicar o futuro dos filhos”, alerta. A ocasião teve representantes das Coordenadorias Regionais da Educação Subúrbio I e II, como também de técnicos da Secult.