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Professores terão curso de Gênero e Diversidade na Escola

12 de jun de 2006 - dev

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), em parceria com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), lançou o curso à distância Gênero e Diversidade na Escola. O projeto que será oferecido aos professores do ensino fundamental da rede pública tem como objetivo capacitar os educadores sobre as temáticas de gênero e diversidades racial e sexual em sala de aula.

Nesta primeira fase foram contemplados pelo projeto seis municípios, como: Salvador, Dourados, Maringá, Niterói, Nova Iguaçu e Porto Velho. Em cada cidade serão oferecidas 200 vagas.

A proposta principal é fornecer elementos para transformar as práticas de ensino e desconstruir preconceitos. Com este curso os profissionais terão, no cotidiano da escola, instrumentos para refletir e lidar com as atitudes e comportamentos que envolvam relações de gênero, étnico-raciais e à sexualidade.

A discriminação de gênero é uma realidade que persiste na sociedade brasileira. O salário médio das mulheres, por exemplo, representava 52% do salário dos homens em 1983 e cerca de 63% em 1993 (IPEA, 1998). Ações educacionais, como curso à distância Gênero e Diversidade na Escola, são importantes para combater a discriminação e o preconceito contra as mulheres.

De acordo com o secretário municipal de Educação e Cultura, Ney Campello, a violência homofóbica no cotidiano escolar é um fenômeno que deve ser enfrentado e minimizado com a colaboração de profissionais da educação. Tratamentos preconceituosos, medidas discriminatórias, insultos, constrangimentos, ameaças e agressões físicas ou verbais têm sido uma constante na vida escolar de jovens GLB (gays, lésbicas e bissexuais). “A maneira como esses indivíduos têm sido tratados tem trazido dificuldades em suas trajetórias educacionais e formativas e nas suas possibilidades de inserção social. Outro tema importante é a discussão sobre os gêneros, que ainda não possui muito espaço nas políticas públicas”, afirma.

Recentes estudos enfatizam a necessidade de um tratamento mais adequado dos temas ligados à sexualidade, à diversidade de orientação sexual e à identidade de gênero por profissionais da educação.
A ausência de um planejamento educacional sobre o modo de tratar a discriminação étnico-racial na sociedade brasileira dificulta estabelecer relações interpessoais respeitáveis e igualitárias entre os agentes sociais que participam do cotidiano da escola.

A realização deste curso é resultado da parceria entre a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SPM), a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), a Secretaria de Educação a Distância (SEED-MEC), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), o Conselho Britânico e o Centro Latino-Americano em Sexualidade e Diretos Humanos (CLAM/IMS/UERJ).