pinflix yespornplease porncuze.com porn800.me porn600.me tube300.me tube100.me watchfreepornsex.com

Programa Classes Hospitalares debate educação e saúde

08 de nov de 2013 - dev

Na tarde desta sexta-feira (8), aconteceu no auditório CEPPAJ, no Hospital Santo Antônio das Obras Irmã Dulce (OSID), a mesa redonda Educação e Saúde: Interfaces para o atendimento pedagógico em contexto hospitalar e domiciliar. O evento, realizado pela Secretaria Municipal da Educação (SMED) por meio da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico (CENAP), foi abrilhanto pelo coral dos alunos-pacientes da OSID.

O encontro teve como objetivo conhecer o olhar da equipe multidisciplinar acerca do atendimento educacional realizado no ambiente hospitalar e domiciliar, refletir sobre a interface educação e saúde enquanto aspecto importante para a construção do trabalho pedagógico em ambientes hospitalares e domiciliares, além de socializar o trabalho pedagógico realizado nas Classes Hospitalares e Domiciliares de Salvador no ano letivo de 2013 (mostra pedagógica).

Representando o secretário Municipal de Educação, Jorge Khoury, a coordenadora de Ensino e Apoio Pedagógico, Luciene Costa, falou da satisfação em participar do evento e elogiou o trabalho realizado pelas professoras das Classes Hospitalares. “Estou muito feliz em estar na OSID, uma casa que tem a vontade de fazer o bem. Ser professor que atua em hospital não é uma coisa simples, mas a equipe bem coordenada está desenvolvendo um excelente trabalho”, afirma.

“É um momento onde a gente pode discutir e perceber o enlace que existe entre educação e saúde. E é a partir desse enlace que desenvolvemos o trabalho pedagógico nas Classes Hospitalares”, afirmou a coordenadora das Classes Hospitalares da SMED, Tainã Rodrigues.

O Programa Classes Hospitalares garante que toda criança, adolescente, jovem e adulto que estão hospitalizados tenham a escolarização garantida e depois da alta médica retornem para escola. “Garantimos a alfabetização mesmo eles não estando na escola”, afima Tainã. O programa acontece em doze unidades hospitalares e em quatro casas de apoio. São 51 professores que atendem 1100 alunos pacientes mensalmente, sendo 16 atendidos em casa.

Com dificuldades de locomoção a aluna-paciente, Janaina Aparecida Souza, 18 anos, matriculada na Escola Municipal Gilberto Pires Marinho, recebe o atendimento em casa. “Antes do atendimento, ela tinha muita dificuldade em aprender e agora ela está ótima. Ela escreve e faz atividades no tablet”, comemora Maria Cristina Souza, mãe da aluna.