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Psicóloga aborda a importância da inclusão de estudantes da Educação Especial no contexto da pandemia

18 de dez de 2020 - Jornalismo

Como parte do Ciclo de Formação Pedagógica realizado pela Secretaria Municipal da Educação (Smed), a coordenação de inclusão e transversalidade realizou, na última quarta-feira (16), mais um Webinário Nossa Rede. Com o tema “Inclusão de estudantes público alvo da Educação Especial no contexto da pandemia”, o encontro foi aberto pela coordenadora de inclusão e transversalidade, Jaqueline Araújo, e contou com a participação da Psicóloga e Doutora em Educação, Sheila Uzêda.

A psicóloga fundamentou sua participação em princípios como a declaração de Salamanca (1994), lei brasileira de inclusão (2015), parecer n.5/2020 do CNE (Brasil,2020), protocolos sobre a educação inclusiva durante a pandemia de Covid-19 (2020), guia Covid-19- Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (2020) e acessibilidade no Ensino Remoto (SUDO, 2020). “Para que a educação inclusiva, de fato ocorra, é necessário uma série de condições. Em geral, tende-se a situar na figura do professor a responsabilidade solitária sobre o processo inclusivo, o que é um equívoco, pois a inclusão se faz a muitas mãos, com currículo apropriado, planejando o ensino a partir da necessidade de cada estudante, tendo estratégias diferenciadas de ensino, com modificações educacionais, suporte ao professor e recursos de tecnologia assistiva (TA), pontua Sheila Uzêda.

A psicóloga e doutora em educação falou ainda sobre as dificuldades surgidas a partir do contexto da pandemia, como agravamento da situação socioeconômica das famílias, condições emocionais e cognitivas do estudante, bem como da família, além da dificuldade de acesso aos meios tecnológicos. “O distanciamento social pode aprofundar as diferenças na aprendizagem entre os estudantes, principalmente aqueles que são o público alvo da educação especial (PAEE). Precisamos considerar que, além das aulas presenciais, houve também a suspensão dos atendimentos especializados e das terapias, o que impacta na rotina e no comportamento desse aluno. Por isso, é preciso garantir condições de acesso, permanência e aprendizagem no contexto do ensino remoto”, destaca.

Ainda segundo Sheila Uzêda, no ensino remoto, é preciso que o professor seja flexível no planejamento e desenvolvimento do plano de atividades didáticas remotas, bem como na avaliação das atividades, considerando o ritmo de cada aluno. “É preciso promover, mediar e orientar interações também acessíveis, seja nas atividades síncronas ou na proposição de atividades assíncronas. Se tem uma coisa que o ensino remoto nos possibilitou foi ousar em aderir novas estratégias e recursos de ensino, que talvez, se estivéssemos no contexto habitual de sala de aula, não utilizássemos, pois não tínhamos essa necessidade. Estamos aprendendo coisas novas, usando novas ferramentas de ensino remoto e o desafio é fazer com que isso se torne acessível para todos, considerando a realidade e a peculiaridade de cada aluno”.

Confira o webinário completo no canal da Smed no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=JoeXViuMByE