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Salvador em Mobilização pela Redução da Morte Materna

25 de Maio de 2009 - dev

Até o dia 28 de maio, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Prefeitura de Salvador realizam a Mobilização pela Redução da Morte Materna na capital baiana, com palestras e oficinas em unidades de saúde, em escolas e associações. Também como parte da campanha será realizada uma audiência pública no dia 29 de maio. A audiência está marcada para começar às 14h, no Auditório do Ministério Público Estadual da Bahia, na capital.

Dentro da programação, a Secretaria Municipal da Educação e Cultura (SMEC) promoveu no dia 12 de maio o Seminário de Sensibilização Sobre Direitos Reprodutivos e Redução da Morte Materna para educadores da rede, no auditório do Previs (extinto IPS). “Queremos que nossos professores estejam bem preparados para orientar nossos estudantes. Podemos dar contribuições decisivas na vida desses jovens e mudar os índices alarmantes registrados no país”, afirma o secretário Carlos Ribeiro Soares.

A morte materna é uma das dez principais causas de morte entre mulheres de 10 a 49 anos no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2005 a razão de mortalidade materna foi de 74,7 óbitos por 100 mil nascidos vivos. Na Bahia, de acordo com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), a Secretaria Estadual de Saúde divulgou que a razão de morte materna foi de 68,7. Em Salvador, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, em 2007 a taxa foi de 42,0.

A campanha de mobilização pela redução da morte materna no município é uma das ações que integram o plano de cooperação técnica com o UNFPA para promoção da saúde sexual e reprodutiva em Salvador, em vigor desde março de 2008. As atividades vêm sendo realizadas em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde (SMS), Relações Internacionais (SECRI), Educação e Cultura (SMEC) e Reparação (SEMUR) e com a Superintendência de Políticas para as Mulheres (SPM).

Os parceiros na iniciativa incluem o governo do estado da Bahia, por meio das Secretarias de Promoção da Igualdade – SEPROMI – e da Saúde – SESAB, além da Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Bahia – SOGIBA, e o Ministério da Saúde.