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Secretário participa de reunião com mães e docentes em Cajazeiras

16 de Maio de 2013 - dev

O secretário municipal da Educação, João Carlos Bacelar, participou na manhã desta quinta-feira (16) de um encontro com mães e responsáveis dos alunos e funcionários da Escola Municipal Professora Irene da Silva Costa Santos, no Jardim Cajazeiras. Durante a reunião, as representantes da comunidade agradeceram pela reestruturação da escola, mas ressaltaram que é um desejo antigo a transferência da unidade para um espaço maior.

A gestora da unidade, Luciana Nogueira, agradeceu a presença do secretário e a implantação do Sistema Estruturado de Ensino. “Há seis anos implantamos a utilização do método fônico aqui na unidade e o resultado foi sempre muito positivo. Adquirimos o material com recursos próprios, cada professor comprou o seu módulo, porque acreditamos da metodologia. Montamos uma peça que faz o maior sucesso com os alunos e com a implantação este ano pela secretaria, ficamos felizes em ver que estamos no caminho certo e agora com muito mais recurso”, disse, apresentando também o Mapa de Avaliação Sentimental, criado pela unidade escolar para medir a satisfação dos alunos.

O encontro foi aberto por duas alunas do 2º ano, Maria Luiza e Maria Rita, ambas com 7 anos, que leram para o secretário um texto de Paulo Freire. “Fiquei super feliz em ver estas meninas lendo dessa forma e interpretando a leitura, o que significa que não foi decorado. São exemplos assim que nos enche de orgulho e nos fazem trabalhar cada dia mais por uma educação melhor”, comemorou Bacelar, que após fazer duas perguntas sobre o texto às meninas, que responderam corretamente, garantiu como prêmio um passeio para turma delas.

Sobre a transferência da escola, o secretário pediu ajuda da comunidade para encontrar um terreno na região para construção do novo prédio. “Nós estamos muito felizes em poder ter essa reunião com o secretário novamente. Ele olhou para nós quando reformou a nossa escola, mas o espaço é pequeno e nossa vontade mesmo é que a unidade funcione em um espaço maior, para oferecer às nossas crianças tudo que eles merecem. E assim como das outras vezes, temos certeza que seremos atendidos”, disse Maria Luciana, membro do Conselho Escolar e que tem um filho autista matriculado na escola.