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Todos pela Educação – Confira o artigo do Secretário Ney Campello publicado no Jornal A Tarde

06 de nov de 2006 - dev

Recentemente, mais de 1.500 pessoas reuniram-se nas escadarias do Museu do Ipiranga, em São Paulo, para o lançamento do movimento “Compromisso Todos Pela Educação”. Lá estavam o ministro da Educação, Fernando Haddad, representantes da UNDIME e do CONSED, ao lado de líderes empresariais, a exemplo de Jorge Gerdau, Luís Roberto Marinho e José Norberto Paschoal, além de representantes do Terceiro Setor, como Viviane Senna e Milú Vilela, dentre outras lideranças do mundo político, cultural e educacional brasileiro.

O movimento “Todos pela Educação” configura-se um pacto nacional por uma educação pública de qualidade, reunindo governo, empresas e terceiro setor, que se expressa em cinco grandes metas a serem atingidas até 7 de setembro de 2022, o ano do bicentenário da Independência. 1) Toda criança e jovem de 4 a 17 anos estará na escola; 2) Toda criança de 8 anos saberá ler e escrever; 3) Todo aluno aprenderá o que é apropriado para a sua série; 4) Todos os alunos vão concluir o Ensino Fundamental e Médio e 5) O investimento em Educação Básica será garantido e bem gerido.

Esse movimento representa uma tomada de consciência da nação quanto a dramaticidade da situação por que passa a educação brasileira e o risco iminente de condenarmos o país e sua gente ao subdesenvolvimento e a pobreza, num mundo em que o conhecimento é a principal via de inserção econômica e mobilidade social.

As estatísticas educacionais são reveladoras desse preocupante quadro. De cada 100 alunos que entram na 1ª série, apenas 47 concluem a 8ª série na idade certa e somente 14 terminam o ensino médio sem repetir ou evadir. Os alunos brasileiros ficam, em média, 5 anos na escola, contra 12 nos Estados Unidos, 11 na Coréia do Sul e 08 na Argentina.

Os indicadores de qualidade da aprendizagem são ainda mais desalentadores, conforme recente avaliação nacional, o Prova Brasil/MEC. Alunos da 4ª e 8ª séries não conseguem identificar ou criticar idéias de um texto, nem realizar as quatro operações aritméticas.

Não há receita pronta para a superação desses indicadores. É preciso associar boa gestão e crescimento dos investimentos públicos, sensibilização das empresas quanto à responsabilidade social que o tema reclama, valorização dos professores, sobretudo com políticas eficazes de formação e bons salários, e “benchmarking” com as milhares de experiências de sucesso em curso no país, que comprovam a possibilidade de reversão do fracasso escolar, conjugando compromisso, criatividade e respeito para com os estudantes.

A educação passou a ser um “mantra” integrado à retórica repetitiva de políticos e educadores. Tornar a educação uma política de Estado, numa perspectiva de longo prazo, eis a tarefa dos que assumem o mais novo pacto republicano. TODOS PELA EDUCAÇÃO!