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Transporte marítimo garante educação para crianças das ilhas

16 de set de 2008 - dev

Acordar cedo e se arrumar para ir à escola costuma ser uma atividade normal para a maioria das crianças e adolescentes. No entanto, para as crianças das ilhas de Maré, dos Frades e Bom Jesus dos Passos uma questão dificultava esta rotina. Para continuar os estudos após a 4ª série eles precisam se deslocar até Salvador e, para isso, seus pais tinham que pagar o transporte marítimo.

Como a maioria não podia pagar, muitos desistiam de continuar o estudo. No entanto, desde 2005, com o Transporte Escolar Marítimo oferecido pela Prefeitura, essas crianças puderam voltar a sonhar com a educação.

Atualmente, são 1.191 alunos das ilhas atendidos pelo serviço, que é licitado por lotes (de acordo com as localidades da ilha). Em Praia Grande, 327 alunos são transportados até São Tomé de Paripe. O barqueiro responsável pelo serviço nesta localidade, Antonio Raimundo Freitas, informou que antes o transporte custava R$ 2 (ida e volta), mas, agora, os estudantes não precisam pagar, porque a Prefeitura oferece o serviço gratuitamente.

As outras localidades das ilhas estão assim divididas: em Bananeiras são 114 alunos transportados para Barra Maracanã; 90 alunos em Porto de Cavalo; 254 alunos de Bom Jesus para Madre de Deus; 136 alunos de Paramana; 240 alunos de Botelho, Itamoabo e Santana para São Tomé.

“Eu moro em Ilha de Maré, estudo em São Tomé de Paripe e pego o barco todos os dias. Não pago nada porque a Prefeitura é quem paga”, destacou o estudante da 6ª série, Luan de Almeida, 12 anos.

A marisqueira Maijulene Purificação Neves, mãe de três filhos entre 26 e 11 anos, explicou que hoje seu filho mais novo pode continuar estudando graças ao transporte escolar marítimo, porém, os mais velhos não tiveram a mesma oportunidade e só puderam estudar até a 4ª série. “Por isso, eu gostaria que fosse sempre assim. Mas agora meu filho terá a oportunidade que os irmãos não tiveram”.

Mãe de um estudante de 16 anos, Rosália Neves classificou o serviço como uma benção. “Se não tivesse o transporte gratuito, meu filho ia parar de estudar porque nós não tínhamos como pagar”, agradeceu.