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Três mil pessoas recebem certificado do projeto de inclusão sócio-digital

27 de set de 2006 - dev

Cerca de três mil pessoas, entre adolescentes e adultos, receberam o certificado de conclusão dos cursos oferecidos pelo Projeto de Inclusão Sócio Digital. O evento foi realizado no auditório Oxalá do Centro de Convenções da Bahia. Esta é uma ação da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Educação e Cultura, em parceria com o Instituto Stefanini. A iniciativa além de atender aos estudantes da rede municipal de ensino também beneficia a comunidade entorno das escolas.

O público atendido é composto, em sua maioria, de pessoas com baixo poder aquisitivo e com renda familiar de no máximo dois salários mínimos, compartilhado em média com seis pessoas por família. São beneficiadas crianças, adolescentes e pessoas da comunidade, oriundos de escolas públicas. Estão disponíveis aos alunos os cursos de informática básica, informática avançada, manutenção de hardware e orientação profissional.

“Até aqui eu nunca tive condições de fazer um curso de informática, mas depois que surgiu esta oportunidade busquei me dedicar as aulas e tenho certeza que com este curso terei mais chances no mercado de trabalho”, acredita Gildeane Bastos da Cruz, 21 anos, moradora do bairro de Periperi, que realizou o curso de informática na Escola Municipal de Periperi. Outro aluno da Inclusão Sócio Digital é Alex Nunes, que também está muito confiante com as possibilidades de emprego. “Hoje em dia temos que saber manusear um computador, conhecer os programas, saber pesquisar na internet. Tudo isto faz parte da modernidade e eu não quero ficar fora desta realidade, porque disto depende o meu futuro”, ressalta.

Mas o Projeto de Inclusão Sócio Digital não oferece apenas os cursos, os alunos com melhor desempenho são encaminhados para um emprego. Um exemplo é o estudante Bruno Rosendo, 17 anos, ex-aluno do projeto e hoje monitor na Escola Municipal Arlete Magalhães, em Castelo Branco. “É muito gratificante passar para estas pessoas tudo aquilo que aprendi. Assim, estou contribuindo com a oportunidade que me ofereceram e ajudando a muitos jovens que não podem pagar por um curso de informática”, afirma.

Segundo o secretário municipal da Educação e Cultura, Ney Campello, a preparação dos jovens para o mercado de trabalho está na perspectiva de uma cidade educadora, que não se preocupa apenas com a educação formal, mas de realizar políticas públicas capazes de tornar os estudantes competitivos. “Salvador é uma cidade que oferece muita vaga de emprego, mas não tem mão-de-obra qualificada. Por isso, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Educação e Cultura, tem investido em uma educação profissionalizante”, afirma o secretário.

O vice-prefeito Marcelo Duarte afirmou que a melhor maneira de tirar um adolescente das ruas é através da educação. “ A informática tem um papel principal no mercado de trabalho e por isso este programa é tão importante, porque além de tirar os jovens da rua os prepara para a vida profissional”, ressalta.

A SMEC e a Stefanini oferecem desde 2005, aos estudantes da rede municipal de ensino e a comunidade entorno da escola, o Projeto Inclusão Sócio Digital. O objetivo é contribuir para a diminuição da exclusão social e digital através da divulgação de informações e o acesso aos recursos tecnológicos.

O presidente do Instituto Stefanini, Marcos Stefanini, afirma que “ a parceria do instituto com a prefeitura traz para estas comunidades uma nova perspectiva de vida abrindo novos horizontes para o conhecimento e o desenvolvimento pessoal e profissional, capacitando-as para o mercado de trabalho e elevando a sua auto-estima”.

O evento contou com a participação do ministro do Esporte, Orlando Silva Junior e do documentarista de Falcão: Meninos do Tráfico, raper MV Bill.

Para o ministro, a ação da SMEC é muito importante para o desenvolvimento social e profissional dos jovens e adultos. “Este é um mecanismo de inclusão social e digital, porque além de ensinar, profissionaliza os nossos adolescentes das escolas públicas e que fazem parte da comunidade. Isto é um grande desenvolvimento social e educacional”, enfatiza.

Já MV Bill explicou sobre a experiência dos cursos de informática nas favelas e periferias do Rio Janeiro. Ele explica que mesmo com as dificuldades é possível realizar trabalhos tão importantes na área social.